Presidentes do União Brasil e do Progressistas afirmam que ministro foi alvo de calúnia para abrir mão do inquérito.
Congresso em Foco
Os presidentes do União Brasil, Antonio Rueda, e do PP, senador Ciro Nogueira (PI), se manifestaram em defesa do ministro Dias Toffoli, do STF, após este abrir mão da relatoria do inquérito do Banco Master. Em nota assinada em nome da federação partidária, os dois dirigentes afirmam que o magistrado foi alvo de calúnia e de narrativas unilaterais.
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| Ciro Gomes e Antonio Rueda negam conflito de interesses de Dias Toffoli na condução do caso Master | Divulgação/Progressistas |
Segundo os presidentes, "atentar contra o ministro Toffoli é enfraquecer não só um servidor da nação, ou um Poder da República, mas sim atacar os pilares do próprio sistema democrático". Ciro e Rueda expressaram preocupação diante de "narrativas que querem colocar a opinião pública contra o ministro Dias Toffoli".
"É preciso ponderar que as injustiças acontecem quando se tem apenas um lado de uma versão repetida inúmeras vezes sem base sólida. Uma versão caluniosa, que passa a ser tratada como verdadeira justamente pela repetição. (...) A justiça se fortalece quando há equilíbrio e respeito às instituições", declararam.
"A federação União Progressista reitera sua confiança na integridade do ministro Dias Toffoli e acredita que a verdade vai, mais um vez, prevalecer", concluem.
Rejeição do Senado
Nas redes sociais, os demais senadores do PP além de Ciro Nogueira informaram que a nota da cúpula da federação "não foi previamente debatida nem contou com a anuência desta bancada, portanto não pode ser interpretada como representativa dos senadores do PP".No União Brasil, não houve posicionamento da bancada, mas a mudança de relatoria foi celebrada pelo senador Sergio Moro (União-PR). "A redistribuição do caso do Banco Master ao ministro André Mendonça é um alento ao Brasil, já que o ministro estava, pela lei, impedido ou suspeito".
Apoio partidário
A federação União-PP não é a única sigla a se manifestar em defesa da condução de Dias Toffoli no caso Master. Antes deles, houve posicionamento do presidente do Solidariedade, deputado Paulinho da Força (SP). Seu partido é federado ao PRD.Segundo o congressista, "não se pode admitir que corporações e uma parcela da mídia promovam o linchamento moral de autoridades públicas com base em pré-julgamentos e vazamentos seletivos de elementos de informação".
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Criminosos estão sendo solidários ao criminoso do STF. É assim que eles ficam fora da cadeia e se reelegem indefinidamente pelo voto de cidadãos ignorantes.
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