Com universo populacional estimado pelo IBGE em cerca de 85 mil moradores, o município de Seropédica, na Baixada Fluminense, segundo algumas lideranças locais, estaria vivendo o pior momento político desde sua emancipação, em 1995, e a falta de representatividade real da população na Câmara de Vereadores, apontam por lá, seria o grande complicador, pois, entendem os descontentes, o Poder Legislativo teria sido transformado em anexo pelo Executivo.
Elizeu Pires
Governado pelo prefeito Lucas Dutra dos Santos (PP), Seropédica vem acumulando sérios problemas, principalmente da rede saúde, onde uma auditoria da Defensoria Pública, confirmada por inspeção do Cremerj, aponta uma situação extremamente precária, realidade que, de acordo com as reclamações dos usuários das unidades médicas geridas pela Prefeitura, estaria sendo ignorada pela Câmara de Vereadores.
Ainda mais votos
Para isso ele puxou o vereador Marcos Lomeu (PRD) para uma secretaria, abriu vaga para o suplente Bruno do Depósito e colocou esse no comando da mesa diretora, o que, teoricamente falando, daria ao governante mais segurança ainda, pois bastaria devolver o titular do mandato à Câmara para Bruno perder a cadeira.
Além de Bruno, estão em exercício de mandato os suplentes Igor Bananeiro, Wattyla Cebolinha e a suplente Rose Alves, que substituem, respectivamente, os vereadores Anderson Ferreira dos Santos, Jonathan Carlos de Souza Werneck e Thalys Lacerda, que também exercem cargos de secretário. Daí restam seis titulares, já que a Câmara é composta de 10 parlamentares, mas isso, reclamam por lá, são estaria sendo garantia de independência, muito menos ações fiscalizadoras com o governo municipal.
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