Deputado bolsonarista ainda foi lembrado que também defendeu Roberto Jefferson, que recebeu a PF com tiros e feriu dois agentes
Por Julinho Bittencourt | Revista Fórum
O deputado federal de extrema direita Nikolas Ferreira (PL) reagiu violentamente nesta quinta-feira (30), ao ser lembrado por uma internauta que seu primo, Glaycon Raniere de Oliveira Fernandes, preso como traficante, não foi executado e teve direito à ampla defesa.
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| Nikolas Ferreira.Créditos: Frame de vídeo das redes sociais/Reprodução |
“O primo traficante do Nikolas não foi executado. Está tendo direito à ampla defesa”, escreveu a internauta.
“Meu primo não recebeu a polícia com tiros, barricada e drone com bomba”, respondeu o deputado. “Mas se tivesse, que sofresse as consequências dos atos dele. Tenta na próxima, piranha”, completou, xingando a internauta.
Roberto Jefferson
Nikolas, então, foi lembrado por outro internauta que defendeu o ex-deputado Roberto Jefferson (PTB), que feriu dois agentes da Polícia Federal na porta de sua casa ao receber ordem de prisão.Na ocasião, Nikolas questionou a ação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que determinou o retorno de Jefferson à prisão.
Nas redes sociais, o deputado bolsonarista disse que as ofensas à ministra Cármen Lúcia deveriam ser respondidas com processos por difamação e que o pedido de prisão seria “demais”.
O deputado compartilhou a publicação de uma seguidora que defendia o direito de Jefferson em “emitir opiniões” e disse: “E que entre com processo por difamação, injúria contra ele… assim como eu faço com quem faz isso comigo. Mas pedir a prisão dele? Aí é demais”.
Feriu dois agentes
Em 2022, Jefferson trocou tiros com a PF na porta de sua casa, em Comendador Levy Gasparian, no Rio de Janeiro, minutos depois de Alexandre de Moraes determinar a volta do político à prisão. Dois agentes se feriram com estilhaços de bala.A determinação de Moraes veio após a divulgação de um vídeo de Jefferson em que ele aparecia insultando a ministra Cármen Lúcia. O político estava em prisão domiciliar por questões de saúde, sob a condição de não usar redes sociais.
No vídeo, Roberto Jefferson afirmou que iria resistir à prisão. "Mostrar a vocês que o pau cantou. Eles atiraram em mim e eu atirei neles. Estão me cercando. Vai piorar muito, mas eu não me entrego", disse.
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