No sábado (13), a PF fez a primeira prisão relacionada ao caso – a do filho de um garimpeiro de Roraima. Deputado fugiu do país em setembro, mesmo mês em que foi condenado à prisão pela tentativa de golpe de Estado.
Por Julia Duailibi | g1
São Paulo - A Polícia Federal está fechando o cerco contra pessoas que ajudaram o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) a deixar o país.
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| Post da mulher de Ramagem no Instagram — Foto: Reprodução/Instagram |
Segundo o blog apurou, a corporação tem informações sobre pessoas que financiaram parcialmente e organizaram a fuga de Ramagem.
No sábado (13), a PF prendeu, em Manaus, Celso Rodrigo de Mello, filho do garimpeiro de Roraima Rodrigo Cataratas. A ordem foi expedida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A defesa alega inocência (veja a nota ao final deste post).
Foi a primeira prisão relacionada à fuga de Ramagem.
Em setembro, Ramagem foi condenado a 16 anos, 1 mês e 15 dias de prisão por organização criminosa, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado.
No mesmo mês, o deixou o Brasil, após viajar de avião para Boa Vista (RR) e seguir de carro, de forma clandestina, saindo do Brasil por meio da Venezuela ou da Guiana. O deputado, então, seguiu para os Estados Unidos.
Ramagem tem laços com Roraima, onde atuou como delegado da PF. Além disso, a mulher é procuradora do Estado.
Veja nota de Rodrigo Cataratas sobre a prisão do filho, Celso Rodrigo de Mello
A assessoria de Rodrigo Cataratas esclarece que, neste sábado (13), a Polícia Federal cumpriu, em Manaus (AM), mandado de prisão contra Celso Rodrigo de Mello, filho de Rodrigo Cataratas, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, no âmbito de investigação relacionada à apuração sobre a suposta fuga do deputado federal Alexandre Ramagem.O caso tramita em sigilo, não há sentença definitiva, e a defesa de Celso já informou que ele é inocente e que a decisão está sendo recorrida.
A assessoria reforça a importância do respeito ao devido processo legal e à presunção de inocência, destacando que qualquer conclusão antecipada não condiz com os fatos.
No momento, não haverá novos pronunciamentos. Eventuais atualizações serão divulgadas exclusivamente pelos canais oficiais.
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